PCC executa, em tribunal de rua, integrante que perdeu droga

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O recado é violento e costuma ser escrito com sangue pela cúpula da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Integrantes da organização que perdem carregamentos de drogas em operações policiais devem quitar a dívida com a “firma”. Do contrário, serão julgados e executados em tribunais de rua. O último assassinato ocorreu em março deste ano, após o martelo do crime ser batido. O desfecho brutal se deu dias depois de a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apreender 10 quilos de maconha.

A maconha estava em poder de uma mulher, companheira de outro faccionado do PCC, identificado como Ocimar Chaves Costa. A suspeita permanece encarcerada e, por esse motivo, o outro integrante da organização foi poupado pela “sintonia” – como são conhecidos os departamentos da facção. A sintonia final é a principal instância e concentra a alta patente criminosa. O grupo é formado por membros de diferentes estados, com o objetivo de analisar tratativas da organização em âmbito nacional.
Fonte: METRÓPOLES

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